sábado, 12 de março de 2011

Studio Floresta Sonora lança novo projeto experimental com o EP STROBO




O Studio Floresta Sonora nesse mês de março lança um novo projeto STROBO, fruto da parceria de Leo Chermont (guitarra) e Arthur Kunz (bateria). Projeto que nasce com pitadas sonoras experimentais que trazem elementos do rock- beet-eletronico. Com nítida influência de elementos de musica eletrônica o projeto inova com uma fusão em uma das faixas – do carimbó com timbres de guitarrada (carimbófusão), resignificando um ritmo com experimentais distorções, que muito facilmente ganham uma variedades de influências, anunciando um strobo de efeitos e experimentação da percepção sonora.
Vale dizer que o projeto Strobo - que conta com cinco faixas -, nasce de uma interação completamente “descomprometida” em uma madrugada de chuva no studio floresta sonora entre os dois músicos, que lançam nesse mês o STROBO, com o intuito de aprimorar seu amadurecimento musical.
Arthur Kunz iniciou sua carreira como musicista em 1999 integrando bandas de hard-rock. Em 2001 ingressou no Conservatório Carlos Gomes, onde fez parte do curso livre de bateria ministrado por Mariano Primo, referência no ensino do instrumento no Pará.
Durante o ano de 2004 Arthur aprofunda seus estudos analisando as formas harmônicas e melódicas tradicionais do jazz (twelve bar blues e rhythm change), além de aprimorar a técnica do instrumento. O resultado destes estudos é o início de sua carreira como compositor. A partir daí foi cotado por diversos nomes da música popular para desenvolver trabalhos, como Clepsidra, Arthur Nogueira, Juliana Sinimbú, Aíla, Olivar Barreto, Metaleiras da Amazônia, Felipe Cordeiro, Iva Rothe, Joelma Kláudia, Gláfira Lobo, MG Calibre e Henry Burnett.
Léo Chermont, produtor musical, guitarrista e produtor musical (sonoplastia, trilha de vídeo, produção de CD, programador musical) vem desenvolvendo um importante trabalho de estimulo a produção das bandas independentes através do Casarão Cultural Floresta Sonora. Já trabalhou como técnico e produtor do Sevilha (disco Filhos da Terra), Projeto instrumental Floresta Sonora, Banda Cristal Reggae, Metaleiras da Amazônia, Mestre Laurentino (disco loirinha Americana), Banda Juca Culatra, Banda Ex-exus(PB), banda Godizzila (AP).
Todas essas sementes tem sido cultivadas no Studio situado no centro comercial de Belém-Pará, como um espaço onde diversos artistas se encontram para articular projetos e principalmente fazer musica e arte.
O espaço conta com um estúdio de gravação de áudio, uma sala de ensaios, uma sala de produção executiva e uma ampla área para reuniões e outras atividades artísticas.
No inicio, os músicos fundadores do espaço tinham a intenção de montar apenas um estúdio comercial mais muitos artistas talentosos chegavam ao Casarão para produzir seus trabalhos sem condições financeiras para bancar os custos de gravação, mixagem e masterização em um estúdio profissional. Com esse cenário os produtores do Casarão Cultural resolveram montar uma sala de produção executiva que pudesse desenvolver os projetos artísticos, elaborando estratégias e captando recursos através de leis de incentivo, editais públicos e recursos diretos com a iniciativa privada para viabilizar projetos artísticos culturais.

Saiba mais sobre o studio, acesse: www.casaocultural.wordpress.com

terça-feira, 8 de março de 2011

Astronauta Pinguim com single novo disponível para download!!!


“Klaatu Barada Nikto”! Talvez esta seja a ordem de comando mais famosa do cinema de ficção científica, originalmente utilizada no filme “The day the earth stood still” (O dia em que a terra parou, de 1951). A frase, criada pelo roterista Edmund H. North como parte de toda uma linguagem alienígena para o filme, não tem tradução exata, o que não impediu de ser usada diversas vezes no mundo do entretenimento: os maiores exemplos são banda canadense Klaatu e a serie Star Wars, onde há personagens chamados Klaatu e Barada além de uma raça alienígena chamada Nikto. E agora o novo single do músico e produtor Astronauta Pinguim!

Compacto.Rec lança em Março a banda baiana Maglore

O compacto.Rec em Março, mês de carnaval lança o primeiro álbum completo da banda Maglore, o grupo tem circulado por boa parte do país e é alvo de boas críticas por onde passa, conquistando também uma legião de fãs. Maglore é a segunda banda Baiana lançada no projeto que contou com a presença dos Barcos em Janeiro provando que a Bahia tem possibilidades artísticas infinitas e de muita qualidade.
 

segunda-feira, 7 de março de 2011

Cine CCBEU apresenta: "O cinema americano dos anos 30"

 Ponto de Gestão Compartilhada FdE Pará e sua frente de Difusão Audiovisual Clube de Cinema homenageia O cinema americano dos anos 30Programação:

03/03 - "Luzes da Cidade", de Charles Chaplin
10/03 - "No Turbilhão da Metrópole", de King Vidor*
17/03 - "Inimigo Público n° 1", de William Wellman
24/03 - "Loucura Americana", de Frank Capra
31/03 - "No Tempo das Diligências", de John Ford*

*Comentários: Max Andreone

Serviço:

Toda quinta de março
às 18:30
no Cine-teatro do CCBEU - Tv. Padre Eutíquio, 1309
ENTRADA FRANCA


Cartaz: Carol Abreu
Realização: APJCC e CCBEU

Mais informações:
Comunidade e Perfil no Orkut
E-mail: cineccbeu@gmail.com
Twitter da APJCC
Facebook da APJCC
Contato: (91) 83561799

O crack da bolsa de Nova York em 1929, reconfigurou o panorama econômico internacional. Em meio ao desemprego e à crescente organização do crime, a América recebia diariamente carregamentos massivos de pobres imigrantes europeus que se aglutinavam na periferia das grandes metrópoles. O país afundava na Grande Depressão. Em meio à crise geral, contudo, a indústria cinematográfica hollywoodiana prosperava absurdamente através do controle dos grandes estúdios sobre toda a cadeia produtiva cinematográfica (inclusive a famigerada distribuição internacional) e graças à ampla recepção popular da linguagem audiovisual clássica, a qual eram mestres e criadores, que mesclava decupagem transparente, espetáculo visual, moral cristã e o recém-nascido som.

Os resultados deste movimento são sentidos até hoje com o predomínio opressivo do cinema hollywoodiano sobre todas as outras cinematografias do mundo.

Nos anos 30, porém, enquanto o projeto de domesticação não se fazia regra, diversos artistas gozavam de algo impensável em anos posteriores e anteriores: liberdade.

Nesta época surgiu o "ciclo de gângsteres" da Warner e Chaplin filmou "O Grande Ditador". O cinema era radical, violento, erótico e subversivo. E não se tratavam de filmes marginais. Eram grandes produções com distribuição mundial. Na aurora da indústria, carteiras e cabeças se abriam ao mesmo tempo para a viabilização da nova arte.

Antes da Segunda Guerra e do Macartismo enrigecerem o cinema americano, havia espaço e condição para as mais díspares e ousadas propostas: do filme mudo tardio ("Luzes da Cidade" de Charles Chaplin) ao teatro filmado ("No Turbilhão da Metrópole" de King Vidor), do policial realista ("Inimigo Público n° 1" de William Wellman) ao melodrama político ("Loucura Americana" de Frank Capra). Havia espaço até para a revolução do gênero mais antigo do cinema, perpetrada por John Ford em seu imortal "No Tempo das Diligências".

Nos anos 30 arte e indústria tiveram o seu primeiro grande romance, com lucros para ambas as partes. No mês de março o Cine CCBEU promove um encontro com este universo lírico que tal qual o teatro grego e a pintura renascentista é um dos maiores patrimônios que a Humanidade legou para as gerações posteriores.

Miguel Haoni (APJCC - 2011)

PGM 11 RECONSTRUÇÕES


Frente de Eco Design

Projeto Reconstruções: exercício de criação e cuidado com o meio ambiente

Objetos sem uso não precisam ir, necessariamente, para o lixo. Nas mãos de designers e estudantes de Design da Uepa, eles viram arte. Essa é a ideia do projeto de Ecodesign ‘Reconstruções’, resultado de uma especialização do Centro de Ciências Naturais e Tecnologia (CCNT).
A ideia é o desenvolvimento de novos produtos a partir dos que já foram descartados no lixo. Para isso, é necessária a aplicação de uma metodologia própria: a Reuse, que se baseia na análise do ciclo de vida dos resíduos.
Esses novos produtos, segundo o designer idealizador do projeto Maécio Monteiro, se apresentam como uma alternativa ao consumo desenfreado de bens e materiais que, na maioria das vezes, tem sua vida útil contada.
O Projeto Reconstruções, aprovado pela Fundação Nacional de Arte (Funarte) do Ministério da Cultura (Minc,) foi posto em prática pela primeira vez em uma oficina em setembro de 2010, com estudantes de Design de várias instituições de ensino. Na segunda etapa, apresentou novos produtos na 10ª edição do Mercado de Moda Caixa de Criadores.
Em 2011, será a vez da próxima fase do projeto, que consiste na educação de cooperativas que já trabalham com a prática da reutilização, mas ainda não tem o domínio da técnica necessária para fazer o procedimento de forma correta e sustentável. Serão os chamados ‘Multiplicadores’.

Texto publicado no site Caminhos da UEPA sobre o projeto RECONSTRUÇÕES. Jornalista Ize Sena.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Servidores do Minc ameaçam demitir-se


Por Carlos Henrique Machado

 

Do Ministério da Cultura

 

Racha agita área de direitos do Minc

 

Estadão - SP, por Jotabê Medeiros, em 01/03/2011
Servidores ameaçam demitir-se em protesto contra saída de Marcos Souza, da direção de Direitos Intelectuais 

Um racha atingiu ontem a Diretoria de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura em Brasília. A internet foi tomada com diversas manifestações de protesto pela exoneração do diretor da área, Marcos Alves de Souza. O imbróglio deve se radicalizar: 16 pessoas ameaçam afastar-se daquele setor do ministério nos próximos dias, segundo informações obtidas pelo Estado.
inistério da Cultura ofereceu a Souza, especialista jurídico em direitos de autores e um dos principais consultores do novo anteprojeto da reforma da Lei de Direitos Autorais, a possibilidade de assumir outra função na Diretoria de Direitos Intelectuais, mas ele recusou. Em seu lugar, foi nomeada a advogada carioca Marcia Regina Vicente Barbosa, de 56 anos, que integrou o Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA) entre 1982 a 1990. Advogada da União, Marcia foi integrante da Consultoria Jurídica do Ministério da Cultura, de 2006 a 2010, e integra a Consultoria Geral da União desde maio de 2010. http://www.cultura.gov.br/site/2011/03/01/racha-agita-area-de-direitos-do-minc/

Cine CCBEU apresenta: "Luzes da Cidade", de Charles Chaplin


Charles Chaplin se viu afrontado pela chegada do som em 1927. Para garantir a sobrevivência de seu alter-ego Carlitos, personagem decididamente mudo, Chaplin não podia realizar um filme silencioso.Em 2 anos se dedicou à realizar O filme silencioso.
Em 1931 "Luzes da Cidade" chegou aos cinemas como uma peça de resistência contra a irracional modernização dos tempos. O romance entre o vagabundo e a florista cega transcorre no cenário da Grande Cidade, plena em sua decadência e injustiça. Cada cena no filme é concebida com precisão técnica incomum e com a liberdade poética de um multi-artista no auge de sua louca criatividade.
Chaplin é um coração gigante. Seu filme é de Amor, mas de um Amor maiúsculo: Amor por Carlitos, pelo cinema, pela platéia e pela tantas vezes maltratada vida.

Miguel Haoni (APJCC - 2011)

Serviço:
Dia 3 de março (quinta)
às 18:30
no Cine-teatro do CCBEU - Tv. Padre Eutíquio, 1309
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e CCBEU
Mais informações:
Comunidade e Perfil no Orkut
E-mail: cineccbeu@gmail.com
Twitter da APJCC
Facebook da APJCC
Contato: (91) 83561799