terça-feira, 13 de março de 2012

Programação Grito Rock Belém


Pré-Grito Rock Belém from Garfo e Faca on Vimeo.



e fez-se o grito.

            A organização do Grito Rock Belém informou oficialmente hoje que os shows do próximo dia 17 não mais acontecerão no Píer das Onze Janelas como estava previsto inicialmente. Para não promover riscos às estruturas das igrejas do entorno do projeto Feliz Luzitânia, a organização e a Secretaria de Estado de Cultura decidiram realocar o Grito Rock Belém para a Praça Dom Pedro II, entre o Museu do Estado e o Palácio Antonio Lemos, onde aconteceu a última edição do projeto Conexão Vivo na capital.
            Apesar dessa mudança o restante da programação permanece e até ganhou um dia extra de debates na Livraria Saraiva. E é importante frisar que a noite do dia 17 será aberta ao público. Baudelaires, Strobo, Projeto Secreto Macacos, Turbo, Molho Negro, Johny Rockstar [fazendo o lançamento virtual de seu aguardado disco novo], Delinquentes, Maquine, Juca Culatra e a internacionalmente famosa Gang do Eletro, tocarão nesse dia a partir das 15 horas.
            Entre um show e outro, haverá performances do Palco FdE com Romário Alves e Maha Mantra, exposição virtual de artistas plásticos na ExpoGrito, entre outras surpresas. Tudo com transmissão ao vivo pela Rádio e Portal Cultura FM. No mesmo dia 17, haverá ainda a já tradicional festa Doente do Pé, promovida pela Se Rasgum Produções, no Café com Arte, a partir das 23h, com a participação do pai do tecnobrega, Tony Brasil, e da banda amapaense Minibox Lunar.
            Mas a festa começa já na sexta-feira, 16 de março, com Félix e Los Carozos botando geral para dançar em um acasalamento sensorial coletivo no Palafita, em noite promovida pelo coletivo Black Soul Samba, a partir das 21h.
            No domingo, 18 de março, a produtora Xaninho Discos Falidos promete deixar a ressaca da noite anterior em casa e botar tudo na chón, a partir das 16h, no African Bar. Serão oito bandas, duas de fora do estado: o psychobilly curitibano d'As Diabatz junta-se ao metal macapaense da Amatribo e às bandas paraenses All Still Burns, A Red Nightmare, Tranze, Idílio, Vinil Laranja e Bruno BO [feat. Batalha de MC's + DJ Morcegão + DJ Fantasma] para coroar a noite e o festival em Belém.
            Saraiva – No dia 15, no Espaço Benedito Nunes, da Livraria Saraiva (Shopping Boulevard), haverá a exibição do filme Bollywood Dreams, dirigido por Beatriz Seigner, com a atriz paraense Lorena Lobato no elenco, pelo Compacto.Cine, novo modelo de distribuição audiovisual proposto pelo Fora do Eixo. O Compacto.Cine também vai exibir o filme "Brega S/A", de Gustavo Gondinho e Vladimir Cunha. Logo após haverá uma mesa com a participação do jornalista Lúcio Flávio Pinto. A programação na Saraiva começa às 10h com a Expo Grito e segue até a noite (confira a programação completa abaixo).
Na sexta-feira, 16 de março, a partir das 19h, o secretário de comunicação Ney Messias e os produtores Marcel Arêde e Caio Mota discutem O Futuro da Produção Cultural na Região Norte com Pablo Capilé, um dos principais articuladores do Fora do Eixo, em debate que será transmitido ao vivo pela Pós-TV Fora do Eixo através do endereço http://www.ustream.tv/user/pos-tv, direto do Estúdio Gotazkaen [Rua Ó de Almeida, 755, entre Tv. Piedade e Av. Assis de Vasconcelos].

Enquanto isso, às margens do Tapajós
            Além de Belém, o Grito Rock teve edições nos municípios de Marabá (09/03), Parauapebas (10/03), Tucuruí (11/03). Nos dias, 17 e 18 será a vez de Santarém receber a edição 2012 do maior festival integrado do mundo. No dia 17, a programação será no Espaço Alter do Chão, a partir das 20h, com entradas a R$ 5. As bandas The Littte Beach, Vinil 80, Octoplugs e Exxcalibur fazem a programação nesse dia. Já no dia 18, a programação será aberta ao público na Praça Mirante de Santarém, a partir das 18h30, com as bandas Darwin e Seus Pitecos, Professor Madragora, 16 Bits e Insdustrial Blame, além da belenense Turbo.
            União sócio-político-geográfica, união de estilos, ritmos, credos, crenças, parangolés e afins. Se no interior, o resultado é o esforço de quatro coletivos (Cafofo, Poeira, Cultura em Movimento e Mulama), só em Belém o número sobe para seis: Croatã Ghostwriting, Casarão Cultural Floresta Sonora, MúsicaParaense.Org, Black Soul Samba, Se Rasgum Produções e Xaninho Discos Falidos comandam la résistance. O evento conta ainda com o apoio da Fundação de Telecomunicações do Pará – FUNTELPA, Toque no Brasil – TnB, Ná Figueredo, Gotazkaen Studio, Garfo e Faca, Qualquer Quoletivo, Improvideo, Pizzup, Abelhuda, além de cobertura exclusiva do Pará Música.
            Um grito só – Desde 2002, quando foi idealizado em Cuiabá, o projeto é uma plataforma independente de circulação e uma alternativa cultural para o período de Carnaval. A previsão é que aproximadamente 250 mil pessoas participem do Grito Rock em todo o mundo. Reflexo da conexão com diversos países latinos em 2011, este ano, o Grito Rock se estabelece em 14 cidades estrangeiras. Vários representantes da América do Sul e Central participam do Festival: Costa Rica, Guatemala, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Honduras e Nicaragua.
            Em 2012, o número de edições fora do país supera as expectativas e alcança culturas diversas, através de brasileiros que realizam o evento em parceria com agentes locais, como na Cidade do México, Los Angeles e Braga [Portugal]. É a primeira vez que o Festival chega ao continente europeu e também ao México.
            Faça parte dessa festa intercontinental colaborativa você também. Fique por dentro de tudo que irá acontecer no Grito Rock Pará através de nossas mídias sociais:

SERVIÇO:
GRITO ROCK SANTARÉM
Sábado, 17/03
Espaço Alter do Chão
A partir das 20h
Bandas: The Littte Beach, Vinil 80, Octoplugs e Exxcalibur
Ingressos: R$ 5

Domingo 18/03
Praça Mirante de Santarém
A partir das 18h30
Banda: Darwin e Seus Pitecos, Professor Madragora, 16 Bits, Insdustrial Blame e Turbo.

Maiores informações: http://projetomulama.blogspot.com/

GRITO ROCK BELÉM
Quinta-feira, 15/03

Livraria Saraiva (Espaço Benedito Nunes)
 
10h - Expo Grito
 
15h - Pocket Show: Banda Turbo
 
15h30 - Compacto.Cine: "Brega S/A", de Gustavo Godinho e Vladimir Cunha (PA)
 
17h - Mesa: "A Estética da Periferia"
Com: Vladimir Cunha, Lúcio Flávio Pinto e Waldo Squash
Mediação: Tylon Maués
 
18h30 - Pocket show: Banda Molho Negro
 
19h - Compacto.Cine: "Bollywood Dream", de Beatriz Seigner (SP)
 
20h30 - Mesa: "O grito no cinema"
Com: Afonso Gallindo, Lucas Escócio, Jorane Castro e Mateus Moura
Mediação: Sissa de Assis

Sexta-feira, 16/03
Mesa: O Futuro da Produção Cultural na Região Norte
A partir das 19h @ Estúdio Gotazkaen
Rua Ó de Almeida, 755, entre Tv. Piedade e Av. Assis de Vasconcelos
Debatedores: Ney Messias, Pablo Capilé, Marcel Arêde e Ná Figueredo
ABERTO AO PÚBLICO

Sexta-feira, 16/03
Black Soul Samba
A partir das 21h @ Palafita
Banda: Félix e Los Carozos
Ingressos: R$ 10

Sábado, 17/03
Praça Dom Pedro II
A partir das 15h
Bandas: Baudelaires, Strobo, Projeto Secreto Macacos, Turbo, Molho Negro, Johny Rockstar, Delinquentes, Maquine, Juca Culatra e Gang do Eletro
ABERTO AO PÚBLICO

Sábado, 17/03
Doente do Pé
A partir das 23h @ Café com Arte
Bandas: Tony Brasil e Minibox Lunar [AP]
R$ 20 com fantasia e R$ 25 sem fantasia [até 00h00] | R$ 25,00 [após 00h00]

Domingo, 18/03
Xaninho Discos Falidos
A partir das 17h @ African bar
Bandas: As Diabatz [PR], Amatribo [AP], All Still Burns, A Red Nightmare, Tranze, Idílio, Vinil Laranja e Bruno BO
Aberto ao público até às 17h | R$ 15 depois das 17h



Acompanhe as novidades e ultimas informações naPage do Grito Belém

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Picanha de Chernobill lança primeiro clipe - Correio do Povo


Não é novidade, porque já deixei bem claro aqui no blog, que a Picanha de Chernobill sempre me surpreendeu desde a primeira ouvida. Os guris já lançaram o primeiro disco, o bem elaborado “O Velho e o Bar” e hoje (hoje mesmo hein!), lançam seu primeiro videoclipe oficial, para a faixa “Velhos Sonhos”. O vídeo poderá ser conferido a partir das 21h no canal da banda no Youtube, pelo site www.picanhadechernobill.com.br.
Como sempre, deixo o Chico Rigo, guitarrista da banda e principal compositor, para falar sobre o trabalho: “Esse é o primeiro clipe oficial do disco “O Velho e o Bar’. Foi produzido pela Airon Fidler Films, nossa nova produtora que é resultado da parceria entre a Picanha de Chernobill e Andy Marshall (nosso produtor artístico). Tivemos o prazer de ter nosso grande amigo Samir Raoni que participa do Polifonico Coletivo de Belém do Pará, o qual conhecemos no IV Congresso Fora do Eixo em São Paulo. As imagens foram gravadas em qualquer lugar que tua mente permitir te levar. E os futuros velhos sonhos não deixam de fazer parte do cerne da Picanha de Chernobill. Qual teu sonho? ele, certamente, faz parte do teu ser”.
Claro, não vou estragar a surpresa antes do lançamento, embora já tenha visto o clipe. Então deixo aqui uma das imagens da gravação e façam o seguinte: clica lá no site da banda as 21h. Garanto: não haverá arrependimento. Bons sonhos, velhos ou novos!

Cena do clipe "Velhos Sonhos" Foto: Daiane Braga

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Diário IV

Ontem eu e Marcelo Acosta da Banda Os Vespas Blues Rock e Aponte Coletivo (Ponto Parceiro do FdE no Rio Grande do Sul) visitamos a @Casa Fora do Eixo Porto Alegre. Conhecemos o centro multimídia, a sala do banco e pcult, o alojamento coletivo, as salas de reunião livre, espaço muito massa! Estavam na casa em imersão os hermanos do projeto CAUS que atua em Santo Ângelo, extremo norte do estado. Foi bom rever o Bado e Fada. Amanhã é a vez do Aponte Coletivo que atua em Cachoeirinha, zona metropolitana de Porto Alegre iniciar a sua Imersão.
#juntos2012

Foto: Centro Miltimídia Casa FdE Poa.

Diário III


Diário III
Ontem visitei o estúdio Marquise 51, que atua a quatro anos na cena de música independente do Rio Grande do Sul. Na companhia de Chico falei sobre a cena musical de Belém na web-rádio PutzGrila, integrada ao espaço. Apresentei a banda Strobo (Leo e Arthur). Conheci o hermano André, que tem um trabalho foda de jazz e brasilidade. Reencontrei o Teimoso, baixista da Banda de Dá Dó, e Cabelo da Banda Identidade. Na entrevista falei doCasarãoPolifonico da efervescência da cena paraense, com artistas como Pio, FelipeGaby. Foram apenas pinceladas, pois o foco da rádio é rock n roll. Tocamos a música Bizarro Dance Club do Strobo.
Muito massa o intercambio. As trocas.
#juntos2012! @samiraoni / @siga_polifonico / @casaraofloresta

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Balanço 2011



Pará o Eixo de Lá Fora

por Samir Raoni

Tendo o congresso na luneta do olhar atento sobre a sua dimensão, percebo o salto que a rede deu em 2011, e os fluxos emergentes para um 2012 ainda mais propositivo me faz celebrar esse 2011 de superação de desafios para o amadurecimento do nosso coletivo em Belém.
A relação com as pessoas que integram o fora do eixo foi ainda mais sacramentada em seu IV Congresso, espaço de trocas e resignificação do processo que torna cada vez mais fluente a dinâmica da rede, que pós-congresso preparasse para um desafiador voo em 2012. A confiança da mutua da rede, a não-grade é a prova do quanto funciona a tecnologia de gestão, articulação, diálogo dos agentes. Avançamos continuamente no interno do coletivo e da cena em Belém, sendo projeto para um processo estadual que passa a gerar um bônus desse modelo de trabalho e inteligência colaborativa. O Fora do Eixo trouce um cenário impossível de contestar (mas acho positivo as contestações, as conversas infinitas e a possibilidade de exercer a narrativa do processo, linha continuá). Em todos os lugares que realizamos ação como fora do eixo, apresentando o organograma da rede e fluxograma do coletivo, teve um feed muito positivo, passamos a estabelecer uma relação mais orgânica e funcional com as pessoas/coletivos; possibilitando com que nossas intervenções ganhassem novos espaços de diálogos, trabalhando na decoupagem de outras realidades, estabelecendo uma relação de afeto que pela realização, interação, sistematização e debate avança numa plataforma que se aperfeiçoa a cada segundo, e passa a influenciar nas politicas socioculturais de belém.
Sei que 2011 começou com uma intensa agenda positiva, iniciando com o grito rock, onde participamos ativamente dos parceiros da cidade de primavera, que fica a 2h30 de Belém-PA, cidade sede do coletivo. Essa ação da agenda anual da rede fora do eixo, vem estimulando o dialogo com diversos coletivos, gerando um reconhecimento mutuo, estimulando o desenvolvimento de uma cena que precisa de muita ação integrada e em rede para movimentar a cena local, criando ciclos mais produtivos num eterno processo criativo.
Nós, foras do eixo pautamos um desenvolvimento estruturante e de base. E não tem nenhuma rede que consegue responder tão urgentemente aos anseios que a modernidade e seus desafios impõe, nesse recorte social, cultural e tecnológico, de muitas juventudes garantindo a fala pela ação.
Meu contato com as pessoas, processos e coletivos se intensificaram na medida que comecei a desenvolver a estruturação da micro-rota belém > castanhal > Bragança > Capanema > Primavera > Marudá > Vigia> Marabá> Parauapebas> Xinguara> Salvaterra> Soure> Santarém> Santa Barbara, cidades que meu coletivo realizou oficinas, shows, mostras, intervenções e vivências, trazendo a reflexão de qual tecnologia e formas de integração e aprendizagem o fora do eixo estimula, numa logica de construção do conhecimento regada pelo vinculo, explorando novos campos, na perspectiva e entendimento de uma Universidade Livre.
Na medida que fui conhecendo e incorporando essa inteligência colaborativa no coletivo uma par de chaves começaram a virar, cumprindo seu papel de resignificação para a realidade de Belém, entendendo que o forte do nosso coletivo é experimentação artística, intervenções urbana: marginalidade que passa a estabelecer um equilíbrio que permite com que pudéssemos realizar a semana do audiovisual, seminário de tecnologia social da redecom e iniciássemos avançarmos na relação com o programa de extensão da universidade federal, na aplicação de um circuito universitários de integração pela arte e um plano de gestão laboratorial de 14 pontos parceiros do sul do pará, intervenções urbanas, imersões com 7 coletivos da capital para pensar uma dinâmica de trabalho que se estabeleça no que meu camarada Frank chama de ACL – Arranjos Criativos Locais.
E esse dinâmica de trabalho sistêmica da Rede Fora do Eixo faz toda diferença para o nivelamento daqueles que entram em contato com o fluxo infinito de pautas e encaminhamentos que se estruturam localmente, mas que surtem um efeito nacional, a exemplo vivemos o diálogo com diversos movimentos de base para a realização da Marcha da Liberdade Nacional, puxada pelos coletivos da rede nas várias cidades do país; acontecendo de Belém do Pará ao extremo sul de Porto Alegre, entendendo a transversalidade do tema, e estimando o valor que tem as várias juventudes se unirem em uma pauta transversal. Isso demonstra o amadurecimento da rede.
O Fora do Eixo cumpre seu simbolo do pós-símbolo, no foco mais sensato do processo e na autonomia dos agentes locai e seus desafios regionais; e no nosso caso, na região amazônica, estar conectado com o fluxo de trabalho, através das proposições que a rede destrincha em suas conversas infinitas tem permitido com que entremos em estâncias representativas qualificando o debate e valorando o processo já obtido, num mosaico de indicadores. Percebo a importância da classe artística pautar, propor, dialogar com secretárias, fundações e parlamentares, tendo o entendimento que o recorte que legitima nossa ação e proposta é o estabelecimento de contato continuo com os agentes fora do eixo. fruto de muito trabalho, e boa aplicação dos ativos solidários da rede. E isso nós interiorizamos vivendo o paradigma fora do eixo, que da um grande salto quando se entende como uma rede de tecnologia social, passando a trabalhar com multilinguagem, estruturando as frentes temáticas e mediadoras, vivenciando as casas, organizando uma casa muito bagunçada.
É um grande momento para a rede. Estamos vivendo uma cena fluída em diversas áreas, nos permitindo a realização de um festival integrado, com uma vasta programação de oficinas, debates e mesas que nos permitiu pautar a MinC, FCTN, etc, abrindo um leque desafiador, mas estimulante, pois o processo da rede demonstrou claramente o que era necessário pautar em 2011. E como se a rede inteira estivesse conectada por raios magnéticos de consciência coletiva, sutil, instintiva e invisível, de ter feito a transição dessa compreensão, estávamos preparada para crise do Ministério da Cultura que viria à tona em maio, retrocedendo o processo de construção dos movimentos, e nessa crise profunda dinamitou um dialogo com diversas frentes da cultura, criando a onda do “Mobiliza Cultura”, ação blocada, que teve seu papel nessa compreensão da rede das redes.
Conseguimos conectar mais pessoas, processos e tecnologias num fluxo integrado, que circulando esse tripé de expertise, ocupa criativamente os diversos vazios que o eixo centralizado gera, mas não gere. Geração afirmativa. Que como cumpi, come a carne da arvore desse sistema. Fora de base não avançaremos, diz o norte, sul, leste, oestes fora d(_o_) eixo, <(''^'')>. é nosso próprio fio condutor que por fora de um corpo, ganha massa, processo de contaminação, teia da vida, o evolucionismo de um vírus atacando a vascular central do processo capital de aniquilação espectral em velocidade marginal (tiete?).

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Amostra CdC #01



clique aqui e leia o Boletim "Mostra CDC", frente gestora do audiovisual do Circuito Fora do Eixo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

1° década da Cena Alternativa de E-music em Belém - Seus Desafios e Caminhos


Observatório "1° década da Cena Alternativa de E-music em Belém - Seus Desafios e Caminhos"


Resumo
O Observatório Fora do Eixo é uma frente gestora da rede de coletivos culturais independentes do país chamado Circuito Fora do Eixo, que conta com 90 coletivos articuladores e pontos de linguagem, no Pará é representada pelo Casarão Cultural Floresta Sonora e Circuito Polifônico Ponto de Articulação que desenvolvem uma gestão compartilhada. Somos14 frentes atuantes por coletivos/parceiros/projetos nos segmentos do Audiovisual, Teatro, Eco-Design, Permacultura, Comunicação Livre, Musica, Memória e Tradição, Artes Visuais e Produção de Eventos.

Segmentos
O principal intuito do Observatório é aprimorar os princípios norteadores através de um Circuito composta por frentes gestoras, possibilitando o desenvolvimento cada vez maior dos trabalhos concebidos em rede, num fluxo de dialogo permanente com coletivos, bandas, produtoras, djs, movimentos, fóruns, conselhos, pontos de cultura, cineclubes, infocentros, telecentros, universidades, escolas e casas de cultura.

Objetivos
- Fomentar a criação de redes entre os agentes culturais envolvidos, fortalecendo os arranjos produtivos locais;
- Promover a fruição cultural, circulação de agentes produtivos e obras, além do intercâmbio de saberes, negócios solidários e formação de público;
- Estimular a produção de música independente, promovendo a formação técnico, bem como a reflexão sobre suas cadeias produtivas numa perspectiva solidária, rizomática e interdependente;
- Fomentar o debate sobre políticas públicas da cultura, arranjos produtivos locais, sustentabilidade, autogestão e o mercado da música eletrônica, estabelecendo encaminhamentos ao final das discussões;
- Promover a circulação de obras de artistas locais, estaduais e regionais, estimulando a relação entre agentes produtivos locais num fluxo continuo da rede;
- Promover festivais integrados de arte e cultura alternativa com foco na sustentabilidade e arranjos produtivos locais;
- Promover a integração entre o setor da música com outros segmentos artísticos como o teatro, o audiovisual, as artes visuais, a comunicação livre e outros;
- Fomentar discussões políticas, estéticas e conceituais do segmento da música contextualizando o atual momento que o setor experimenta nesta primeira virada de década do século XXI;

Conheça o projeto aqui
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